16 de julho de 2008

Sinais da crise.


UE/automóveis: Portugal contraria quebra de vendas até Junho


As vendas de automóveis novos nos mercados da Europa ocidental decresceram 2% no 1º semestre do ano (-2,8% na UE), com Portugal a evidenciar uma das quatro subidas mais fortes entre os Quinze da UE averbando um incremento superior a 6% no número matrículas, revelam números da associação europeia de fabricantes (ACEA).

Ele há coisas que deixam qualquer um sem perceber bem o que de facto se passa cá !


Gogol Bordello: Wonderlust King



Parece que hoje está sol!

15 de julho de 2008

Peso-Pluma

Sou um peso pluma, admito-o, agora o que me chateia é a malta que faz questão de me lembrar deste facto de cada vez que me vê.
Fazer piadas sobre o aspecto dos outros é fácil, até porque apontar nos outros algum “defeito” faz com que não tenhamos de nos olhar ao espelho e ver que afinal estamos bem longe da perfeição.
Estou então nos antípodas dos gordos, é verdade, estou para os gordos como Portugal está para a Austrália e consigo achar piada quando alguém diz que fulano está mais forte, bom mais forte não, está mais gordo!
Como magro assumido vejo as clínicas de emagrecimento, dietas e alimentos light com um sorriso para não dizer gargalhada, o pânico do pneu e da celulite é trocado por mim pela bela da feijoada!
Portanto, a toda a malta gorda, careca, feia e coxa que faz questão de me lembrar o meu peso pluma fica a mensagem: Coitadinhos!!!

Crise.


Nos dias que correm a palavra crise é a que mais se ouve, agastados e cansados os Portugueses olham para o futuro com pouca ou nenhuma confiança.
O discurso Politico também não ajuda a este clima, uma oposição que não se consegue impor e um Governo que se viu surpreendido por uma tempestade económica de proporções globais são componentes que trazem consigo ainda mais ingredientes para um pessimismo cada vez maior.

Combater este estado de coisas não é tarefa fácil, aliás, torna-se um espectáculo doloroso ver e ouvir tanto economista encartado dar receitas e tecer conjunturas sobre a actual situação quando todos sabemos das responsabilidades que muitos têm na actual crise e já agora convém não esquecer que muitos paladinos defensores de um sistema económico super liberal onde vale tudo urram hoje por alterações no sistema!

O Mundo tal como o conhecemos está a mudar, não estou a profetizar aqui nenhuma hecatombe de proporções bíblicas mas antes uma alteração dos sistemas económicos onde o factor energético desempenha aqui o ponto principal, sendo que aqueles que se melhor adaptarem e prepararem para o que por ai vem serão aqueles que mais rapidamente irão sair do buraco desta crise global.

Perceber que a crise que nos afecta também afecta todo o planeta é necessário, não para “desculpar” o Governo Socialista, mas para que tenhamos a noção de que nos tempos que estão a chegar estamos entregues a nós mesmos.
Cabe aos Portugueses desta vez encontrar soluções, e não é gritando aos quatro ventos que estamos perdidos que vamos levar por vencida a crise, é antes arregaçando as mangas, colocar as pessoas certas nos lugares certos e acreditar nas nossas capacidades.

14 de julho de 2008

Excluido Social da Quinta da Fonte?

Insegurança


A “análise” de Jerónimo de Sousa aos acontecimentos de Loures diz muito sobre a extrema-esquerda pensa da criminalidade, para o líder do PCP a causa dos acontecimentos está inevitavelmente na política de José Sócrates, da qual resulta desemprego.
Quando ouvi Jerónimo de Sousa dar esta douta explicação senti vontade de rir, imaginei o pessoal da Quinta da Fonte que via aos tiros na fila de espera de um centro de emprego. Calculo que cansados de esperar por um emprego terão combinado irem dar uns tiros nos vizinhos.
Quando leio que uma conhecida personalidade do Bloco de Esquerda culpa estas urbanizações fico a pensar com os meus botões se não deverei comprar uma caçadeira em segunda-mão, cortar-lhe os canos e ir aos tiros para o meio da rua, a cem metros da minha casa há uma dessas “urbanizações horríveis”, aliás, no bairro onde moro há três dessas urbanizações.
Poderão ser feitas muitas abordagens sobre a forma como os emigrantes vindos de África se integraram (ou não) na sociedade portuguesa ou sobre a etnia cigana, mas falar em desemprego é, no mínimo, absurdo. Há alguém que receba uma casa do Estado onde quase não paga renda, recebe rendimento mínimo e faça uns biscates ou negócios sem pagar um tostão de impostos que esteja disposto a trabalhar em troca do ordenado mínimo?
A verdade é que o Estado dá a muitas das famílias da Quinta da Fonte mais do que ganhariam trabalhando e muito mais do que dá a muitos milhares de outros portugueses que trabalharam e descontaram toda uma vida, nunca tendo recebido uma casa do Estado e que vivem com pensões bem menores do que o rendimento mínimo.
A acreditar no discurso do PCP e do BE o problema resolver-se-ia com emprego e com habitação dispersa. Resta saber que empregos e vencimentos sugere Jerónimo de Sousa ou em que bairros da cidade o BE acha que os moradores da Quinta da Fonte deveriam habitar, como há bairros destes até às imediações da Av. 5. de Outubro imagino que a solução seria construí-los na Av. de Roma, na Lapa ou na Linha de Cascais, com vista para o Tejo.
É bom que se diga que a maioria esmagadora dos emigrantes africanos e da comunidade cigana comporta-se dentro da lei, fazem pela vida como a generalidade dos portugueses. Não é o caso daqueles que vimos em Loures, quem anda com armas no bolso e as usa para disparar sobre os vizinhos é muito pouco provável que alguma vez tenha sentido vontade de trabalhar, há formas bem mais simples de ganhar dinheiro para juntar ao que o Estado já lhes dá.
O Jumento

14 de Julho de 1789.

Passam hoje 219 anos sobre a Revolução Francesa.
É engraçado como passados estes anos os conceitos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade continua a fazer sentido, num Mundo globalizado onde afinal chegamos à conclusão que o que nos garantiram como certo não passa afinal de um gigante com pés de barro. Os valores da Revolução Francesa são aqueles que têm de imperar, quer na Politica interna quer no relacionamento entre países.

Cabe a todos nós cidadãos não deixar cair os valores da liberdade, impor a quem nos governa o conceito da igualdade e em ultima analise fazer prevalecer entre todos o bem superior da fraternidade!

"Aproveitámos algumas dessas ajudas, outras não. Electrificámos o país todo, levámos água e saneamento básico a todo o lado; demos um sistema de segurança social a todos, até aos que nunca tinham contribuído financeiramente para ele; levámos a escolaridade obrigatória a níveis impensáveis, exterminámos o trabalho infantil, reduzimos a mortalidade infantil praticamente a zero. Mas não aproveitámos para modernizar nem a agricultura, nem a indústria, nem a justiça, nem o Estado. Por pressão dos lóbis e das corporações, por pressão da demagogia pública, criámos a ficção de sermos ricos e montámos um Estado cujo funcionamento é financeiramente insustentável. Hoje, achamos intolerável que não apareça imediatamente uma ambulância com desfibrilador à menor indisposição de um cidadão, que não apareça um helicóptero imediatamente após um acidente ou um avião após deflagrar um foco de incêndio, que não se mantenha uma urgência hospitalar aberta de noite, com médicos, enfermeiros e material, para atender dois ou três doentes ou que não se mantenha uma escola aberta com meia dúzia de alunos.
Se houvesse coragem e lucidez dir-se-ia às pessoas que este estado de coisas é insustentável. Que a geração que agora chega ao mercado de trabalho não vai poder contar com reformas daqui a quarenta anos, como a actual e a anterior; que o serviço de saúde público, tal como existe, cada vez mais caro e mais amplo, só tem cabimento financeiro se os impostos subirem exponencialmente. Mas, quem o disser, está morto politicamente.
Se pensarmos racionalmente, concluiremos que chegou ao fim um ciclo. Não apenas um ciclo económico, mas um modo de vida. Já fomos salvos pelo ouro do Brasil, pela riqueza das colónias, pelo FMI e por Bruxelas. Não vejo no horizonte nada mais, a não ser uma radical mudança de mentalidade e de atitude, que agora nos possa salvar. Mas, a curto prazo, que ninguém tenha ilusões: não vamos para melhor."

Miguel Sousa Tavares- Expresso

A minha banda sonora.



Este som faz-me recuar aos Verões da minha adolescência, as noites na discoteca SA na Ericeira e as paixões de Verão.
Afinal “ o fogo dos teus olhos mantém-me vivo”.

SOBRE O FUTURO DA IGREJA CATÓLICA

«Depois, há vícios que é preciso combater, como proclama, do alto dos seus 81 anos, o cardeal Carlo Martini, considerado papabilis durante anos. Para ele, "o vício clerical por excelência" é a inveja. Há muitas pessoas dentro da Igreja "consumidas" pela inveja, perguntando: "Que mal cometi eu para nomearem fulano como bispo e não a mim?"
Para Martini, há outros pecados capitais fortemente presentes na Igreja: a vaidade e a calúnia. "Que grande é a vaidade na Igreja! Vê-se nos hábitos. Antes, os cardeais exibiam capas de seis metros de cauda de seda. A Igreja reveste-se continuamente de ornamentos inúteis. Tem essa tendência para a ostentação, o alarde."
E "o terrível carreirismo" clerical, especialmente na Cúria Romana, "onde todos querem ser mais"? Por isso, "certas coisas não se dizem, já que se sabe que bloqueiam a carreira". Isso é "péssimo para a Igreja". A verdade brilha pela ausência, pois "procura-se dizer o que agrada ao superior e age-se como cada um imagina que o superior gostaria, prestando deste modo um fraco serviço ao Papa". » [Diário de Notícias]

Homem ou Mulher?

11 de julho de 2008

Luis estou contigo !!!


Nuca pensei dizer isto, mas estou totalmente de acordo com Luís Filipe Menezes, e aquela de pedir lucidez ao PSD tá muito bem vista, eu não diria melhor.

P.S: Ó Nuno vê lá esta falta de nível, ele há coisas…

Respostas.




Foi ontem na Assembleia da Republica o debate sobre o estado da Nação, não querendo fazer aqui grandes juízos sobre o que se passou naquele hemiciclo não posso deixar de anotar dois aspectos, a estreia do líder parlamentar do PSD que me pareceu ser uma mais valia para o Parlamento Português porque consegue de uma forma “civilizada” argumentar sem cair no insulto básico que é aliás o que me leva ao segundo ponto, o deputado Francisco Louçã do Bloco de Esquerda consegue ser em cada intervenção que faz quando está frente a frente com o Primeiro-ministro um verdadeiro paladino tal qual um Torquemada inquisidor que vê em todos os não Bloquistas uns potenciais se não mesmo pecadores e violadores da melhor moral da Esquerda caviar.

O desafio para os Portugueses nesta conjuntura de crise internacional e nacional é saberem separar o trigo do joio, olhar à Direita e à Esquerda e analisarem as propostas e alternativas capazes de se não resolverem pelo menos atenuarem e protegerem os mais desfavorecidos e prejudicados por esta crise.
É fácil ser populista e demagógico quando as coisas estão difíceis e o descontentamento com a actual situação é notório, o que é difícil é apresentar respostas sérias e concretas para ajudar as famílias portuguesas a enfrentar a crise, foi isto que o Governo fez, ou será que para alguns seria melhor esperar que a crise passe bloqueando todo o investimento público e pedir aos santinhos que a coisa não faça muita mossa.

Como dizia aqui à pouco tempo liderar é isto mesmo, acreditar e saber ultrapassar as dificuldades.

10 de julho de 2008

A não perder!


É já nos próximos dia 26 e 27 de Julho que se vai realizar no CMEFD (Centro Militar de Educação Física e Desportos) em Mafra uma Feira de Artesanato das 09h00 ás 20h00.

Para quem quiser participar como expositor pode encontrar mais informações aqui.

Saúdo esta organização e faço votos que tudo corra pelo melhor!

P.S: Tive conhecimento desta organização através de um mail enviado por uma leitora que me solicitou também a sua divulgação, este espaço também serve para isto, quem quiser pode participar.
Um filme para ver aqui e reflectir!

Lei!

Se a notícia do Público de hoje [Público] é verdade o governo acaba de dar o maior bodo aos ricos e espertalhões deste país.
Toda a gente sabe que os Bancos e as grandes empresas deste país apuram todos os anos lucros fabulosos. Toda a gente sabe que por manobras muito bem estudadas pelos mais ilustres fiscalistas da praça e por conhecimentos dos corredores do poder pagam menos de impostos sobre esses lucros que o segurança da portaria.
A telenovela da operação Furacão que nos está a ser servida em pequenos fascículos é a prova disso mesmo.
Toda a gente sabe também que quando a administração fiscal detecta as manobras fraudulentas dessas empresas isso de nada adianta porque elas recorrem para os Tribunais e os processos aí se eternizam até prescreverem. Em Portugal a Justiça só é eficaz para servir de guarda-chuva dos ricos. Recorrendo-se para Tribunal não se pagam as dívidas ao fisco e pode ser que durante os longos anos em que se aguarda a decisão haja um governo que aprove um perdão fiscal.
Quem tem mais dívidas ao fisco são os bancos e as grandes empresas, mas todas elas aguardam pacientemente decisão na sonolência dos Tribunais. Esse é um nicho de mercado muito importante para os tais fiscalistas, advogados, empresas, consultores, Tribunais, etc., mas péssimo para o Estado e para os normais cidadãos que não têm dinheiro para advogados nem Tribunais e têm de pagar com língua de palmo todos os impostos e alcavalas.
Pois agora o governo decidiu finalmente premiar esses chicos-espertos que não pagaram as suas dívidas ao fisco de milhões e milhões de euros e vai-lhe perdoar os juros e as multas e, ainda mais, uma parte das dívidas. O que é uma comissão de conciliação? É preciso dizer-se claramente que é um órgão que vai decidir perdoar dívidas às grandes empresas que através de grandes escritórios de advogados recorreram aos Tribunais.
Isto acontece depois de este governo ter tratado com penhoras e coimas os portugueses com menos recursos que tiveram o azar de um dia se terem atrasado no pagamento de um imposto. Para os grandes, que contam com o apoio de conhecidos advogados, fiscalistas, governantes e ex-governantes, altos dirigentes do fisco e, se necessário, com a simpatia de provedores e jornalistas, vai haver conciliação e perdão, depois de todos os expedientes jurídicos podem agora ajudar o Governo a não empaturrar os tribunais, recorrendo a um esquema simpático em que quem cobra vai conciliar-se com quem não quer pagar. Porque razão não houve conciliação com os pensionistas a quem se aplicou (e muito bem) o princípio dura lex sed lex.
Estamos perante um perdão fiscal emcapotado e reservado aos mais ricos e poderosos, aos que em vez de pagarem recorreram aos seus batalhões de fiscalistas ara adiar o pagamento e, porventura, beneficiar de uma benesse combinada.
Se isto vai ser assim, teremos de concluir que este governo é fraco com os fortes e forte com os fracos, o que dignifica muito pouco qualquer governo e muito mais um governo de um Partido Socialista. Em Portugal há um sistema fiscal para os ricos e outro para os restantes portugueses. Os pobres recebem cartas ameaçadoras, cheia de artigos, multas, penhoras e outras penas, têm que se deslocar ao serviço de finanças à hora marcada e sujeitam-se a tudo o que o fisco entende. Os ricos contam com o confortável serviço de finanças do Terreiro do Paço, onde mesmo devendo milhões beneficiam de tapete vermelho e são recebidos por um simpático governante muito empenhado na defesa dos seus direitos enquanto contribuintes.
Como há muito aqui se tem defendido no simpático e confortável serviço de finanças do Terreiro do Paço o princípio dura lex sed lex deu lugar a um outro "dura lex? Que se lixe a lex".
Só uma pergunta marota: haverá algum membro do governo que seja advogado na área fiscal, ligado a grandes escritórios de advogados e que tenha patrocinado processos em Tribunal de grandes empresas que agora vão beneficiar com esta medida? E quem são as empresas que patrocinou?
O Jumento




Eis uma interessante forma de colocar a participação dos cidadãos em primeiro plano. Com o Orçamento Participativo os Munícipes tem oportunidade de influenciar directamente o poder Politico no que se refere à aplicação dos fundos previstos para tal, no caso de Lisboa estamos a falar de 2% que vai directamente para esta forma de gerir e aplicar o dinheiro da Autarquia.
Seria muito interessante aplicar este modelo aqui por Mafra, através de uma proposta credível onde por exemplo 1% fosse para o Orçamento Participativo e que através de reuniões descentralizadas fosse ouvida a população.
Será esta uma proposta de difícil execução?

Carago!!!


«Faltava a última etapa: o Conselho de Justiça da FPF ia apreciar o caso, era preciso que ele desse uma decisão favorável a Pinto da Costa! Iniciou-se assim um processo subterrâneo na tentativa de influenciar o CJ. O presidente era amigo de Valentim em Gondomar, e o vice era grande amigo de Pinto da Costa, até lhe organizava homenagens na Assembleia da República. A coisa parecia estar no papo! Contudo, no dia da votação, a maioria dos conselheiros do CJ não quis ir na conversa do seu presidente e do seu vice. Que faz então o presidente do CJ? Bem, como não conseguiu expulsar um dos conselheiros, decidiu acabar com a reunião ali mesmo! Qual votação, qual carapuça! Se a votação é para perder, acaba-se já isto e toca a lavrar acta! Mas, para espanto do presidente e do vice, que fugiram dali como dois cobardolas, os outros conselheiros ficaram e até votaram! O desastre portista ficava à vista de todos! O presidente do FC Porto perdia o recurso, e portanto ficava exposto a uma decisão final da UEFA contra o seu clube. Uma tragédia no Dragão, coisa que ninguém esperava e ninguém previra!
Podia lá ser! Uma fúria imensa levantou-se, e foram iniciadas pressões sobre a FPF para que isto não ficasse assim! O FC Porto jamais aceitará que cometeu erros e que usou estratégias erradas. Primeiro, há que rebentar com a credibilidade dos órgãos da FPF, da Liga, o que fôr preciso. Aproveitando-se deste campo minado que é o futebol luso, o FC Porto tenta de tudo para evitar enfrentar a dura mas óbvia realidade: cometeu erros graves e tem de pagar por eles. É assim a vida. » [Diário Económico]

8 de julho de 2008

Acreditar!

Por vezes somos açulados por uma vontade e energia que nos impele a seguir em frente.
Podem vir os do costume acenar com os fantasmas e medos, pôr barreiras que julgam intransponíveis à nossa frente e agitar bandeiras de desânimo que o caminho que planeamos não irá certamente sofrer desvios.
Acreditamos que somos capazes, temos a vantagem de estar seguros daquilo que fazemos e aqueles que nos olham com desconfiança não são um obstáculo mas sim um incentivo que aproveitamos para vencer.

Ser líder é acima de tudo acreditar, saber ultrapassar as dificuldades apresentar e aplicar as soluções, liderança é perseverança.
Quem não acredita nos projectos que lidera nunca poderá vencer, porque nunca conseguirá aplicar a energia necessária para que no fim os resultados só possam ser a vitoria!

Conheço gajos assim!

7 de julho de 2008

Os macacos.


Uma vez, numa aldeia, apareceu um homem anunciando querer comprar macacos a $10 por cada um. Os aldeões sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos. O homem comprou centenas de macacos a $10. Os aldeões diminuíram o seu esforço na caça. Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os aldeões renovaram os seus esforços e lá foram novamente à caça.
Os macacos foram escasseando e os aldeões foram desistindo da procura. A oferta aumentou para $25 mas a quantidade de macacos ainda livres era tão pequena que perderam interesse em caçá-los. O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como tinha de ir à cidade, anunciou que deixava ao seu assistente o cuidando de comprar os macacos. Na ausência do homem, o seu assistente chamou os aldeões e disse-lhes: 'Vejam todos estes macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vendê-los a vocês por $35 e quando o homem retornar da cidade, vocês vendem-lhos por $50 cada.' Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente. Eles nunca mais viram nem o homem nem o seu assistente, somente macacos por todos os lados. Tão a ver como funciona a economia do mercado de acções?

Christian The Lion


3ª JORNADA DE SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL




Começa a ser já um hábito ver notícias vindas da Ericeira no que refere ao ambiente e à sua preservação, este tipo de iniciativas são sem dúvida de aplaudir e para apoiar.

Uma das coisas que em primeiro lugar salta à vista para quem visita aquela Vila é a limpeza das ruas, a colocação de muitos cinzeiros na via pública, a correcta distribuição de papeleiras e a eficaz mensagem de preservação do espaço público fazem da Ericeira um caso de sucesso ao contrário de Mafra que está cada vez mais suja, a limpeza das ruas a cargo da Pavimafra está a revelar-se um desastre, já para não falar da recolha do lixo por parte da Ecoambiente que deixa muito a desejar!

Daqui podemos tirar algumas elações, sendo que na Ericeira a limpeza está a cargo da Junta e em Mafra é uma empresa não poderemos então chegar a algumas conclusões?

Juizes!!!

Gosto de futebol, a bola na relva e a emoção do golo, não gosto nada da cambada de anormais que têm transformado o futebol Português num espectáculo degradante e inconcebível.
Os últimos acontecimentos no Concelho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol são um espelho do tipo de gente que dirige o desporto rei, estes Senhores são Juízes e Juristas?
Impressionante, como é possível que no nosso sistema judicial existam idiotas destes, são eles que estão nos nossos Tribunais civis?
Isso já explica muita coisa!

ALGUÉM FALOU EM LIBERDADE?

"Quando era miúdo rezava todas as noites a Deus para que me desse uma bicicleta. Depois percebi que Deus não funciona assim, então roubei uma bicicleta e pedi-lhe perdão. "
Emo Philips, comediante americano

4 de julho de 2008

Ao mau 'cagador' até as calças empatam


Antes da Colecção Berardo ter sido exposta no CCB nunca ouvi qualquer discussão pública sobre as exposições itinerantes que por ali passavam, nunca ouvi falar das suas estatísticas, interesse cultural ou custos. Vem isto a propósito de um comentário de Miguel Sousa Tavares que ouvi ontem, o comentador lá desancou sobre utilização do espaço que é usado em exclusivo pela colecção do ricaço madeirense. Fiquei a pensar que por cá são muitos os maus “cagadores” a quem até as calças empatam. Que eu saiba Berardo ganha menos com a exposição do que Miguel Sousa Tavares com os comentários na TVI, alguns dos quais dedicados a este tema.
É um problema nacional este de termos por cá demasiada gente para quem tudo está mal, incapazes de encontrar algo de positivo nos “outros, enfim, maus “cagadores”.
Veja o que se passa na política, está tudo mal, se o governo aumenta o IVA está mal, se baixa está igualmente mal, se mantém o IMI a Manuela Ferreira Leite fica escandalizada, se baixa o IMI o Alexandre Ruas fica indignado. Está sempre tudo mal, nada é bem feito, nenhuma medida é positiva, se resolve o problema do défice a Manuela conclui que estamos de tanga, se quer reduzir a precaridade o PCP diz que quer facilitar o desemprego.
A generalidade da nossa classe política, sem excepção, é formada por maus “cagadores” o mesmo sucedendo com boa parte dos nossos comentadores. Veja-se por exemplo o caso de Medina Carreira, que até já foi ministrodo PS, alguma vez disse bem de um governo ou encontrou algo de bom no país? E o que dizer de Vasco Pulido Valente, que até chegou a deputado da Aliança democrática, ainda não encontrou ninguém (além de Paulo Portas) de quem falar bem.
Este país está cheio de maus “cagadores” a quem até as calças empatam!


O Jumento

Fim-de-semana




3 de julho de 2008


LIVRE!


Aguardo a todo o momento um comunicado do Camarada Bernardino para saber que posição deverei tomar.

Vida de divorciada.

Consumidores podem evitar subida da luz.

"Os cerca de seis milhões de consumidores de electricidade em Portugal têm nas mãos o poder de evitar um novo agravamento na factura mensal da luz. A ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos propõe que os custos com as dívidas incobráveis da electricidade passem a ser pagos por todos, por via da tarifa. Os consumidores têm, no entanto, a possibilidade de manifestar-se contra esta medida, no âmbito da consulta pública em curso até ao dia 7 de Julho." [Jornal de Negócios]

Segue-se um exemplo de uma reclamação a enviar para consultapublica@erse.pt

Exmos. Senhores:
Pelo presente e na qualidade de cidadão e de cliente da EDP, num Estado que se pretende de Direito, venho manifestar e comunicar a V. Exas. a minha discordância, oposição e mesmo indignação relativamente à "proposta" – que considero absolutamente ilegal e inconstitucional – de colocar os cidadãos cumpridores e regulares pagadores a terem que suportar também o valor das dívidas para com a EDP por parte dos incumpridores.
Com os melhores cumprimentos,

2 de julho de 2008

Tenham medo, muito medo.




O que ontem nos foi dado a ouvir pela líder do PSD foi o retrato de um País em KO técnico, sem saída e com um povo inerte.
Triste espectáculo, poucas ideias e um estilo que só surpreende quem tem a memoria curta.
Cortar no investimento, parar o País e ver no que vai dar. Não me parece que com este tipo de estratégia o PSD consiga trazer algo de novo, pelo contrário, este discurso é uma recauchutagem da “tanga” de Durão Barroso que teve consequências graves no investimento privado em Portugal.
Ou o PSD apresenta um leque de propostas alternativas com capacidade de mobilizar as pessoas ou então está “condenado” a não conseguir capitalizar para si votos que lhe permitam aspirar a vencer as próximas eleições legislativas.

A sorte é que não é na Ericeira!


1 de julho de 2008


Holanda proíbe tabaco nos “charros”


Pois é, tabaco não, agora erva ou haxixe já não tem problema, por isso jovens já sabem, da próxima vez toca a enrolar um puro!!!


"Num mundo onde a vida vai tão naturalmente ao encontro da vida, onde as flores se unem às flores até no próprio leito do vento, onde o cisne conhece todos os cisnes, só os homens constroem a sua solidão."
Antoine de Saint-Exupéry, Terra dos Homens

30 de junho de 2008

Professor.


Acho muito interessante o Professor Marcelo, julgo mesmo que este comentador será um bom objecto de estudo quando no futuro se fizer a análise deste princípio de século, a sua forma de analisar a realidade politica/social vai bem mais fundo do que se era de esperar, é que este douto Professor age tal como um personagem de uma obra Maquiavélica onde através da sua tribuna semanal dispara de forma programada e calculada de forma a provocar ou a instigar a queda de quem ele julgue o alvo a abater.
Não se resumindo ao seu Partido, onde por várias vezes foi instigador de guerras internas vira-se agora para o Ministro da Agricultura utilizando uma abordagem que em nada abona em favor da sua imagem.
Pode Marcelo opinar, é livre de o fazer, mas quem tem uma imagem de respeito tem de saber não descer ao nível da conversa de café, parece-me cada vez mais que Marcelo desempenha o papel de ponta de lança do PSD, cabendo-lhe a ele fazer de “mau da fita” e a Manuela Ferreira Leite o de Dama de ferro que não atacando facilmente se defende.

Ferias.

Fui hoje marcar as minha ferias, só o facto de o fazer deixa-me já com aquela sensação que está quase.
Este ano é o Norte de Africa, é melhor começar a treinar o Árabe…

27 de junho de 2008

Já está nas bancas mais uma edição do Jornal O Ericeira, lá encontra um artigo da Sombra do Convento agora em versão papel. Tá a ler!

As mulheres não nos compreendem II


- Por este andar vais parar ao inferno!
- Não faz mal, estou certo que vou ter muita companhia, toda gente que eu conheço vai lá estar.

Realismo Socialista à moda da Soeiro Pereira Gomes.


O Avante de ontem, pela pena de Anabela Fino, queixa-se amargamente da «manipulação histórica» do Ministério da Educação. Então não é que na Prova de História A, do 12º ano, «os infantes eram solicitados a identificar, a partir de textos escolhidos a preceito, «três das práticas políticas do estalinismo», podendo para o efeito escolher entre «controlo do aparelho partidário», «campanhas de depuração/purgas», «trabalhos forçados», «repressão policial» e «deportações». Afinal de que se queixa o Avante? A resposta era demasiado fácil: qualquer que fosse a escolha feita pelos alunos, acertavam sempre. Será que o Avante teme que os jovens pioneiros errem a resposta a este tipo de perguntas porque lhes contaram que o estalinismo foi a «democracia mais avançada do mundo»? «Isto» está pior que no tempo do fascismo: «é que nem o fascismo se atreveu a ir tão longe na manipulação da História como o faz este Governo dito socialista». É lindo! Que saudades que os comunistas têm desse tempo. Até Anabela Fino ainda sabe o hino da Mocidade Portuguesa de cor.


Hoje hà conquilhas

25 de junho de 2008

Pode abastecer.



Um conto de fadas.

Detestava tomar banho de água gelada. O gás estava cortado. Para ser sincero, o gás e a electricidade e, daí a uns dias, a água. A casa já era do banco. A burocracia pátria tinha-o mantido teimosamente entre quatro paredes. A ordem de despejo teimava em chegar. Provavelmente, os bancos estavam fartos de ficar com casas que ninguém tinha dinheiro para adquirir. Há uns anos, convencera-se que comprar casa era melhor que alugar. Os juros estavam baixos e um salário ainda parecia um salário. Sete anos depois, tudo ruiu como um castelo de areia. O Banco Central Europeu aumentou as taxas de juro 33 vezes. Parece que o seu presidente, Jean-Claude Trichet, estava preocupado com a inflação. A economia foi decompondo-se, as empresas fechando, o desemprego aumentando, mas o raio da inflação teimava em não se comportar como o senhor presidente do banco central queria. Hoje, não há emprego, a actividade económica está anémica, mas a inflação parece quase controlada. Os bens estão caros, mas quase ninguém lhes toca. Estava farto desta merda, isto não passava deste dia. Vestiu-se. Preparou a arma de plástico. Saiu de casa. Apanhou o metro e dirigiu-se ao Espírito Santo mais próximo. “Falaste com o teu banco? Não, falei com teu”, lembrou-se da publicidade e sorriu. Antes de entrar, acrescentou o último requinte. Tinha-lhe custado os olhos da cara, mas valia todos os euros: uma máscara do imbecil do Trichet. Aquela criatura teimosa, convencida e burra que tanto o irritava. Era quase justiça divina roubar o banco com aquela cara. Entrou. Berrou: “mãos ao alto, passem-me o dinheiro”. Embolsou uns milhares de euros e fugiu em corrida. Mal passou a porta, levou um tiro na testa. Enquanto agonizava, um polícia aproximou-se e disse: “filho da puta”, enquanto reflectia se não devia ter dado voz de prisão e atirado às pernas. Dissipou a mágoa rapidamente, lembrando-se da porcaria da prestação da casa e dizendo em surdina: “é uma pena não seres o cabrão do Trichet”.

Nuno ramos de Almeida- Cinco Dias

A voz do dono.


Existem certos tipos de pessoas que levam uma grande parte da sua vida a ser a “voz do dono”, ontem numa reunião deparei-me com duas pessoas de partidos diferentes mas que da mesma forma tinham empinado a lição.
O engraçado da situação foi quando se tentava aprofundar mais o porquê de algumas divergências, a lição só tinha sido dada até um certo ponto e o poder de argumentação não é para todos, logo o que se seguiu roçou o cómico.
A critica não pode ser só por si uma arma politica, a alternativa de ideias e propostas devem ser elas sim as bases de uma oposição coerente e construtiva.
Apontar as “armas” e fazer fogo sem fazer mira pode muitas vezes fazer com que o tiro acerte nos nossos colegas de armas, e isso é um erro que todos sabemos sai bem caro!

23 de junho de 2008

Tenho saudades dos beijos que não te dei.

O direito ao anonimato, José Vítor Malheiros, Público, 22.06.2008.

«Houve uma altura em que se falava do anonimato da grande cidade, das pessoas perdidas no meio das multidões urbanas. (…) Mas passar despercebido no meio da multidão foi uma expectativa que a tecnologia dos últimos anos frustrou de forma radical.Na era electrónica pós-11 de Setembro, a multiplicação dos sistemas de vigilância, dos controlos de identidade, dos cruzamentos de documentos tornaram o anonimato impossível. Quase tudo o que fazemos está registado. Quantas câmaras de videovigilância filmam os nossos gestos?
Há sistemas electrónicos a controlar as transacções comerciais, a informação clínica, os transportes, as telecomunicações, a água, o gás e electricidade. O nosso carro e o nosso telemóvel têm dispositivos de localização que permitem saber por onde andamos – e há poucas coisas mais pessoais que um carro ou um telemóvel. (…)
A maior parte das pessoas não se sente ameaçada por esse controlo – porque confia nos sistemas sociais que o enquadram. Outros dizem que não se importam de ser vigiados porque não têm nada a esconder. Mas todos temos. E temos o direito de esconder. Uma sociedade que se arroga o direito de tudo espreitar é uma sociedade totalitária. A possibilidade de anonimato é condição de liberdade. Não é por acaso que as democracias defendem o voto secreto.
Paradoxalmente ou não, o anonimato floresceu na Internet, último espaço onde se pode ser outro e explodir em heterónimos nas redes sociais que são os novos espaços de convívio global. O infeliz caso de Megan Meier e o julgamento de Lori Drew [Uma americana de 49 anos vai ser julgada no próximo mês, acusada de criar uma identidade falsa na Internet, fazendo-se passar por um rapaz de 16 anos. O caso seria banal, não fosse o facto de ter terminado com o suicídio de uma adolescente com quem o "rapaz" se relacionara on-line] arrisca--se a resultar numa redução dessa liberdade. Descobrimos que dar um nome falso ou mentir sobre a idade na Internet pode ser crime.
Os riscos destas imposturas – nomeadamente para os jovens – são reais, mas eles podem ser usados para pôr em causa aquilo que é hoje uma das últimas reservas da liberdade individual.»

Subscrevo.


Nesta campanha verbal, Obama reabilitou a retórica política, dando-lhe um novo cuidado e uma nova apropriação. Foi esse o ponto de aplicação em que firmou a alavanca do seu triunfo. Ouvi-lo é voltar a ler a Retórica de Aristóteles. Ele convence porque argumenta (logos), porque emociona (pathos) e porque há um “eu” que diz “vós” e é reconhecido (ethos).


Ao fim de oito anos em que, na boca de Bush, a palavra política foi afasia, gaguez, balbucio, contrafacção e esgar, o discurso eloquente de Barack Obama parece um tributo aos oradores clássicos. Se Obama será eleito (há sempre quem se tenha viciado no esgar), veremos. Se, eleito, resistirá à lógica da máquina infernal, saberemos. Para já, a reanimação de um verbo político inanimado é o início de um início. Num mundo que parecia já não suportar começos, este pode ser um caminho que atravessa o deserto. Porque a dignidade da política começa na dignidade da palavra que a diz.

José Manuel dos Santos

20 de junho de 2008


Tiro Ao Álvaro(Adoniran Barbosa e Oswaldo Moles)

De tanto levar frechada do teu olhar

Meu peito até parece, sabe o que?

Táubua de tiro ao álvaro,

não tem mais onde furar

Teu olhar mata mais do que bala de carabina

Que veneno estriquinina

Que peixeira de baiano

Teu olhar mata mais

Que atropelamento de automóver

Mata mais que bala de revórver



 Adoniran Barbosa & Elis Regina - Tiro Ao Alvaro

A minha banda sonora.

As mulheres não nos compreendem!

Azia.

Sem comentários!

19 de junho de 2008


Mulher é raptada para engomar calças de ex-namorado.
Um italiano foi detido por ter raptado a sua ex-namorada de um pub em Génova, levando-a para casa e obrigando-a a engomar e a lavar a loiça.

Há pois é, já não existem mulheres como antigamente, agora só mesmo utilizando esta técnica, se a moda pega…

Macacão!

Como fazer pipocas com telemovel


É ir aqui. Impressionante

Roer as unhas.


Vamos defrontar a Alemanha nos quartos de final do Europeu, excelente teste à capacidade da nossa Selecção, se passarmos (o que está perfeitamente ao nosso alcance) estaremos a um pequeno passo da final.
Mais logo em frente à Televisão vai ser difícil manter a calma, mas não vou ser o único, é que o ritual de loucura durante os jogos da Selecção estende-se a toda a minha família!

P.S: Tenho uma costela Alemã, é verdade, a minha Bisavó materna era Alemã, mas todas as outras são bem Portuguesas!!!


A mensagem está a passar com alguma insistência, Marcelo serve aqui como porta-voz de Manuela Ferreira Leite que pelos vistos olha para o Partido Socialista como um aliado possível e como parceiro maioritário de uma coligação de Governo.
Com este tipo de discurso não estará já o PSD a aceitar a inevitabilidade de uma derrota em 2009?

18 de junho de 2008

Tem juizo rapaz!




Há gajos que de facto nos conseguem fazer passar da cabeça, o olhar de macambúzio, o tique estúpido e aquela voz irritante, e ainda por cima são eles que sabem sempre tudo e te dão conselhos como se a sua experiência de vida ou profissional alguma vez lhe tivesse ensinado alguma coisa!
Tem juízo rapaz!!!
Quim lesiona-se mas irá recuperar a tempo da Liga dos Campeões.
(Títulos dos jornais a semana passada)

Tem piada, não sabia que a lesão do Quim tinha prevista uma paragem superior a um ano.

17 de junho de 2008

Grandes ideias!



Ele há coisas fantásticas, começa a ser completamente absurdo o que meia dúzia de empresas andam a fazer, se juntarmos esta noticia à da EDP que pretende que sejam os consumidores a pagarem as dividas incobráveis dos outros estamos mesmo perante um roubo à vista de todos.
Até quando vamos todos aguentar este tipo de coisas !

Momento de Humor.


Benfica estranha decisão da UEFA
As "águias" emitiram um comunicado, através do seu site oficial, reagindo com dureza ao facto de o FC Porto ter sido admitido na Liga dos Campeões 2008/09.
Então o glorioso estranha a decisão da UEFA, pois é Benfiquistas é que para ir à Liga dos Campeões é preciso ter resultados e ficar pelo menos em terceiro lugar, coisa que este ano não aconteceu!
Dói, não dói, então que tal os lampiões comprarem um jogo da Play Station da Liga Milionária e fazerem uns joguitos…

O futebol faz de mim idiota. Pior: faz de mim idiota incoerente. Posso sentir-me furioso com o circo mediático à volta da selecção e prometer solenemente desligar o televisor à hora dos jogos - dez minutos antes do início, já estou diante do altar da TVI com o coração a bater mais depressa. Não chego a rezar à Nossa Senhora do Caravaggio, mas fico lá perigosamente perto.
Posso repetir que tudo isto é um exagero, que estupidez, porra, o futebol não é maior do que a vida - sinto-me tão ansioso durante aquela hora e meia que até parece que a minha felicidade depende de um golo na baliza adversária.
Estou marreco de saber que os êxitos da selecção contribuem para alienar os portugueses dos verdadeiros problemas do país - o único problema que eu quero ver resolvido é como evitar que a bola entre na nossa baliza, o resto que se lixe. Colocar os destinos da nação nas mãos do Ricardo é um claro sinal de senilidade.
Detesto fanatismos de qualquer espécie, mas dou comigo a esfregar as mãos de contentamento quando os cabrões da Grécia foram eliminados, portanto tomem, embrulhem e viva a Rússia, porque na final do Euro2004 preparava-me para gritar «Somos Campeões!» e acabei a noite engasgado com uma espinha grega.
Tenho a certeza de que toda esta histeria à volta da selecção nacional é mais provincianismo do que sentido patriótico, mas é inútil porque no fundo sou tão provinciano como os outros. De vez em quando - e absolutamente contra a minha vontade - a imaginação sobrepõe-se à realidade e dou comigo a imaginar o momento em que levantamos o caneco de campeão europeu numa explosão de perdigotos e fitinhas de Carnaval.

16 de junho de 2008

Orientação Politica:


Para descobrir a vossa orientação politica vão aqui, a mim deu-me (grafico em cima) Social Democrata pois claro!

Herança.


Aquando da apresentação no último dia 10 de Junho do Livro de António Batalha no Sobreiro alguém disse que andamos no Concelho de Mafra “embebedados” pelo cimento e pelo alcatrão e que este património material não passa disso mesmo, cimento e alcatrão, sendo que o nosso património cultural está a desaparecer.
Concordo inteiramente, a riqueza cultural do nosso Concelho corre sérios riscos de desaparecer, aquilo que é a nossa identidade e que nos distingue no contesto nacional não está nem a ser protegido ou divulgado, não basta distribuir dinheiro pelas Associações do Concelho de Mafra para que o trabalho fique feito.
Somos um Concelho rico no que respeita à cultura dita popular, este Património que por não ter consistência física não se mantém com sacos de cimento, carece de outro tipo de “cola” que o sustente, a passagem de costumes e tradições, de contos e historias, de maneiras de falar, do nosso artesanato e gastronomia da ligação à terra e ao mar são aspectos que importa proteger e desenvolver.
As novas gerações de Mafrenses (nestes junto os novos habitantes do Concelho) têm que ser o “alvo” principal de uma intervenção que vise educar/informar as pessoas sobre a herança cultural da nossa terra, neste âmbito cabe à nossa Autarquia colocar à disposição das pessoas locais onde se dê primazia ao contacto directo com esta realidade, um local onde se faça e ensine a fazer o Pão de forma tradicional, onde o oleiro execute e ensine a sua arte, um espaço não só pedagógico mas também onde as diferentes gerações troquem experiências, porque o velho e o novo podem e devem conviver.
O desenvolvimento e crescimento de infra estruturas não pode deixar de lado o nosso património e herança cultural soube pena de perdermos a nossa própria identidade!

13 de junho de 2008

Isto já explica muita coisa…


EUA
Efeito psicotrópico da marijuana atingiu valores recorde.
O efeito psicotrópico da marijuana atingiu níveis recorde nos Estados Unidos, rebatendo os argumentos que apontavam que a droga era inofensiva, revela um estudo divulgado quinta-feira.

Europa.


Hoje é dia 13 de Junho, dia de S. António e é dia onde ao que tudo indica o Tratado de Lisboa vai ser chumbado pelos Irlandeses, tenho lido pela Blogosfera vários comentários, partilho com eles da preocupação pelo futuro da União Europeia, mas é certo que este resultado vem demonstrar que para grande parte dos Europeus a União não passa afinal de uma ilusão que se limita a colocar na conta dos Estados mais desfavorecidos avultadas somas em dinheiro e que tem um Banco central que mexe nas taxas de juro.
A união Politica e dos povos está por fazer, o sentimento de desanimo que atravessa o Velho Continente pode produzir a médio prazo uma catadupa de políticos de vertente popular com Politicas marcadamente extremistas.
A actual crise dos combustíveis e a inadequada forma como a União Europeia tem lidado com ela é um sinal de que tem de existir uma profunda reflexão sobre a forma como esta a ser efectuada a construção Europeia.
É fácil vir agora culpar os Irlandeses pelo fracasso da aprovação do Tratado, mas se o Referendo tivesse sido feito em todos os Países da União em quantos teria ele sido Aprovado?

A democracia estará mesmo doente?

É de estranhar que nos últimos dias ninguém tenha questionado a saúde da democracia, os que andaram a chamar fascista a Sócrates, que descobriram em pequenos incidentes o regresso da ditadura, ou que viram no professor Charrua um novo símbolo da liberdade de expressão, não se tenham queixado da qualidade da democracia.
Não questionaram a legitimidade de armadores e pescadores decidirem oferecer ou destruir pescado que tinha sido pago por pequenos consumidores, não se incomodaram por uma minoria de camionistas ameaçarem, coagirem e impedirem outros de circular e até mesmo ameaçar o país com uma guerra civil.
A extrema-esquerda, cuja liderança é disputada por PCP e BE, não ficou incomodada por ver motoristas e pescadores servirem de tropa de choque de alguns dos piores patrões do país, a direita ficou silenciosa perante as restrições à liberdade e a destruição da propriedade alheia, ou o desrespeito da ordem pública, valores que lhe são tão queridos. Pior, enquanto tudo isto acontecia era evidente a mãozinha dos seus militantes nalgumas destas acções, os dirigentes calaram-se enquanto as bases se uniram na acção, o que não é novidade, uma boa parte dos manifestantes da CGTP até é transportada em autocarros de autarquias do PSD.
Para muito dos nossos políticos a democracia é a parlamentar se estiverem no governo e é a da rua se estiverem na oposição, analisam o estado de saúde da democracia pelo seu estatuto. Para o PCP e BE não é o voto dos eleitores que conta, nem os deputados do parlamento, são os manifestantes que representam os eleitores. Se alguém tem dúvidas resolve-se o problema exibindo alguém que diz que votou PS mas está nas manifestações ou a organizar a destruição de camiões da concorrência, assim o parlamento deixa de ter legitimidade.
É este o conceito de boa saúde da democracia, quem deve decidir são os que conseguem juntar uma manifestação ou que têm meios para bloquear o país, quem representa os eleitores sé o CC do PCP que vai à cabeça das manifestações da CGTP, ou os camionistas do PSD que com alguns camiões põem em causa a economia. As votações das moções de censura vão avaliadas na rua, foi isso que disse Jerónimo de Sousa quando apresentou a sua e Ana Drago durante a votação da moção de censura apresentada pelo CDS. O PS tem a legitimidade parlamentar, a direita e a extrema-esquerda juntaram-se para governarem a partir da rua.
Para estes defensores da democracia há novos heróis, o professor Charrua porque chamou filho da puta ao primeiro-ministro e os camionistas porque queimaram os camiões da concorrência. É evidente que se o PCP chegasse ao poder quem chamasse filho da puta a Jerónimo de Sousa iria uns anos para a Ilha do Pessegueiro até aprender a respeitá-lo, se a MFL estivesse no poder aconteceria aos camionistas o que aconteceu aos polícias que se manifestaram no Terreiro do Paço. Nessa altura a democracia deixaria de ser a da rua, passaria a ser uma democracia saudável.
Enfim, com políticos destes não há democracia que aguente.
O Jumento

11 de junho de 2008

Terrorimo social.


O que está hoje a acontecer é terrorismo Social.
É urgente o Governo restabeleça a ordem publica e que se acabe com este desafio à autoridade do Estado.
Estou de facto espantado com o estado a que isto chegou se o Governo cede vamos ter graves problemas no futuro, é que depois das transportadoras muitos outros sectores da nossa Economia vão querer também algum tipo de beneficio e então é que as coisas vão mesmo piorar para todos.

P.S: Onde anda a oposição e mais especificamente o PSD, ainda não ouvi nada sobre esta matéria!

IRONIAS DA LUTA DE CLASSES

Não deixa de ser irónico que ao fim de mais de dois anos com o PCP a tentar promover conflitos sociais sejam os pescadores e os camionistas que, fugindo ao controlo do "partido do proletariado" tenham protagonizado os conflitos mais graves vividos nos últimos anos, senão mesmo na última década. Ainda por cima, em vez de os trabalhadores serem liderados pela "vanguarda do proletariado" são conduzidos pelos patrões, com os quais são solidários e cujos lucros defendem como condição para a sua sobrevivência.
Não sei como é que o PCP vai classificar esta situação, depois de quebrar o seu silêncio envergonhado, muito provavelmente vai concluir que estas lutas só confirma o leninismo, que são os operários e não os camionistas ou os pescadores os líderes do proletariado. Depois de terem engolido o facto de o único país comunista que não dá sinais de queda ter resultado de uma revolução conduzida por camponeses e de assistirem ao seu progresso graças a uma nova forma de capitalismo, o PCP vai ter que engolir em seco com esta derrota ideológica na sua própria terra. Enfim, as revolução já não são o que eram.
O Jumento
Que se lixem os Políticos, os combustíveis e a crise, viva a cerveja fresquinha e a bela da sardinha!
Hoje joga a selecção e se a vitoria chegar nada mais vai importar!

Vou para a rua!


O bloqueio dos camionistas está a começar a afectar o nosso dia a dia, no Concelho de Mafra a esta hora já não existe gasóleo, a minha empresa tem carros parados e trabalhos ficam por fazer e isto traz-me prejuízos óbvios, como é que vou resolver isto?
Já sei, vou recorrer ao Estado, se Pescadores, empresas de transportes e quase de certeza Agricultores querem regalias eu também quero, vou ali para a rua cortar a estrada, é capaz de resultar!