3 de julho de 2008
Consumidores podem evitar subida da luz.
Segue-se um exemplo de uma reclamação a enviar para consultapublica@erse.pt
Exmos. Senhores:
Pelo presente e na qualidade de cidadão e de cliente da EDP, num Estado que se pretende de Direito, venho manifestar e comunicar a V. Exas. a minha discordância, oposição e mesmo indignação relativamente à "proposta" – que considero absolutamente ilegal e inconstitucional – de colocar os cidadãos cumpridores e regulares pagadores a terem que suportar também o valor das dívidas para com a EDP por parte dos incumpridores.
Com os melhores cumprimentos,
2 de julho de 2008
Tenham medo, muito medo.

Triste espectáculo, poucas ideias e um estilo que só surpreende quem tem a memoria curta.
Cortar no investimento, parar o País e ver no que vai dar. Não me parece que com este tipo de estratégia o PSD consiga trazer algo de novo, pelo contrário, este discurso é uma recauchutagem da “tanga” de Durão Barroso que teve consequências graves no investimento privado em Portugal.
Ou o PSD apresenta um leque de propostas alternativas com capacidade de mobilizar as pessoas ou então está “condenado” a não conseguir capitalizar para si votos que lhe permitam aspirar a vencer as próximas eleições legislativas.
1 de julho de 2008

Pois é, tabaco não, agora erva ou haxixe já não tem problema, por isso jovens já sabem, da próxima vez toca a enrolar um puro!!!

Antoine de Saint-Exupéry, Terra dos Homens
30 de junho de 2008
Professor.

Não se resumindo ao seu Partido, onde por várias vezes foi instigador de guerras internas vira-se agora para o Ministro da Agricultura utilizando uma abordagem que em nada abona em favor da sua imagem.
Pode Marcelo opinar, é livre de o fazer, mas quem tem uma imagem de respeito tem de saber não descer ao nível da conversa de café, parece-me cada vez mais que Marcelo desempenha o papel de ponta de lança do PSD, cabendo-lhe a ele fazer de “mau da fita” e a Manuela Ferreira Leite o de Dama de ferro que não atacando facilmente se defende.
Ferias.
Fui hoje marcar as minha ferias, só o facto de o fazer deixa-me já com aquela sensação que está quase.Este ano é o Norte de Africa, é melhor começar a treinar o Árabe…
27 de junho de 2008
Já está nas bancas mais uma edição do Jornal O Ericeira, lá encontra um artigo da Sombra do Convento agora em versão papel. Tá a ler!

- Não faz mal, estou certo que vou ter muita companhia, toda gente que eu conheço vai lá estar.
Realismo Socialista à moda da Soeiro Pereira Gomes.

O Avante de ontem, pela pena de Anabela Fino, queixa-se amargamente da «manipulação histórica» do Ministério da Educação. Então não é que na Prova de História A, do 12º ano, «os infantes eram solicitados a identificar, a partir de textos escolhidos a preceito, «três das práticas políticas do estalinismo», podendo para o efeito escolher entre «controlo do aparelho partidário», «campanhas de depuração/purgas», «trabalhos forçados», «repressão policial» e «deportações». Afinal de que se queixa o Avante? A resposta era demasiado fácil: qualquer que fosse a escolha feita pelos alunos, acertavam sempre. Será que o Avante teme que os jovens pioneiros errem a resposta a este tipo de perguntas porque lhes contaram que o estalinismo foi a «democracia mais avançada do mundo»? «Isto» está pior que no tempo do fascismo: «é que nem o fascismo se atreveu a ir tão longe na manipulação da História como o faz este Governo dito socialista». É lindo! Que saudades que os comunistas têm desse tempo. Até Anabela Fino ainda sabe o hino da Mocidade Portuguesa de cor.
26 de junho de 2008
25 de junho de 2008
Pode abastecer.

Trabalho: Proposta do governo alarga prestação de apoio à família
Avós podem faltar para apoiar netos
Um conto de fadas.
Nuno ramos de Almeida- Cinco Dias
A voz do dono.

O engraçado da situação foi quando se tentava aprofundar mais o porquê de algumas divergências, a lição só tinha sido dada até um certo ponto e o poder de argumentação não é para todos, logo o que se seguiu roçou o cómico.
A critica não pode ser só por si uma arma politica, a alternativa de ideias e propostas devem ser elas sim as bases de uma oposição coerente e construtiva.
Apontar as “armas” e fazer fogo sem fazer mira pode muitas vezes fazer com que o tiro acerte nos nossos colegas de armas, e isso é um erro que todos sabemos sai bem caro!
24 de junho de 2008
Hoje estou assim!
23 de junho de 2008
«Houve uma altura em que se falava do anonimato da grande cidade, das pessoas perdidas no meio das multidões urbanas. (…) Mas passar despercebido no meio da multidão foi uma expectativa que a tecnologia dos últimos anos frustrou de forma radical.Na era electrónica pós-11 de Setembro, a multiplicação dos sistemas de vigilância, dos controlos de identidade, dos cruzamentos de documentos tornaram o anonimato impossível. Quase tudo o que fazemos está registado. Quantas câmaras de videovigilância filmam os nossos gestos?
Há sistemas electrónicos a controlar as transacções comerciais, a informação clínica, os transportes, as telecomunicações, a água, o gás e electricidade. O nosso carro e o nosso telemóvel têm dispositivos de localização que permitem saber por onde andamos – e há poucas coisas mais pessoais que um carro ou um telemóvel. (…)
A maior parte das pessoas não se sente ameaçada por esse controlo – porque confia nos sistemas sociais que o enquadram. Outros dizem que não se importam de ser vigiados porque não têm nada a esconder. Mas todos temos. E temos o direito de esconder. Uma sociedade que se arroga o direito de tudo espreitar é uma sociedade totalitária. A possibilidade de anonimato é condição de liberdade. Não é por acaso que as democracias defendem o voto secreto.
Paradoxalmente ou não, o anonimato floresceu na Internet, último espaço onde se pode ser outro e explodir em heterónimos nas redes sociais que são os novos espaços de convívio global. O infeliz caso de Megan Meier e o julgamento de Lori Drew [Uma americana de 49 anos vai ser julgada no próximo mês, acusada de criar uma identidade falsa na Internet, fazendo-se passar por um rapaz de 16 anos. O caso seria banal, não fosse o facto de ter terminado com o suicídio de uma adolescente com quem o "rapaz" se relacionara on-line] arrisca--se a resultar numa redução dessa liberdade. Descobrimos que dar um nome falso ou mentir sobre a idade na Internet pode ser crime.
Os riscos destas imposturas – nomeadamente para os jovens – são reais, mas eles podem ser usados para pôr em causa aquilo que é hoje uma das últimas reservas da liberdade individual.»


