
É fácil, vai ao Shopping mais próximo e vais ver como ele vive!!!




Existem de facto pequenas coisas nas nossas vidas que por vezes nos dão prazeres que quase esquecemos, ontem decidi acender a lareira que lá tenho em casa, fui a cave buscar a lenha e dediquei-me à tarefa de acender aqueles paus, o meu filho de volta de mim com a excitação natural de ver “dentro” de casa o seu Pai fazer fogo.





Sindicatos da função pública marcam greve geral para 30 de Novembro.
Acertaram outra vez numa sexta-feira, bolas ele há coincidências!!!
Um livro que estou a ler e que recomendo, fica aqui um breve resumo desta obra.
Fundação Saramago celebra 25 anos de Memorial do Convento
No aniversário de José Saramago e nos 25 anos do Memorial do Convento, a Fundação Saramago lançará uma edição especial deste clássico do Nobel português.
Por cá, pela terra do “Memorial do Convento”, nada se vai passar.
Vai uma aposta?


“OS SABORES… DA TAPADA ATÉ AO MAR”
Descubra todo o potencial da cozinha saloia através de uma nova edição da Mostra Gastronómica do Concelho de Mafra. A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal com o apoio da Tapada Nacional de Mafra e da Galapa, realiza-se de 8 a 18 de Novembro de 2007, contando com a participação de 17 restaurantes.
Registo com agrado esta iniciativa, mas não posso de achar estranho que a ACISM não faça parte deste evento.
Numa organização vocacionada para a restauração Concelhia a não inclusão da Associação que representa este sector é um mau sinal, aliás seria de esperar algum tipo de reacção por parte da Direcção da ACISM é que por vezes o silêncio é comprometedor.
Quem vai explicar o que se passou?



«Há os que sabem tudo e hoje dirão: "Os políticos sempre mentiram." Pode por isso parecer ingénuo ficar surpreendido com o modo como a mentira se instalou na vida política. Mas a verdade é que o hábito vem ganhando contornos inéditos. Quase todos a usam. Quase todos a perdoam. A mentira é corrente. Ganhou novas feições. É por vezes obrigatória. Recomendável, de qualquer maneira. Até sinal de esperteza. Nas relações humanas e familiares, a mentira é castigada. Nos empregos, condenada. Na justiça, apesar de o perjúrio ser olhado com complacência, é mal vista. Mas na política... Na política... É apreciada. Se um político mente para dar emprego aos seguidores, derrotar os adversários ou enganar parceiros, o seu gesto tem todas as probabilidades de ser festejado.
A mentira, a fria mentira transformou-se em instrumento de governo. Há muito que os políticos mentem, aqui e ali. Mas sempre com alguma má consciência. Ou desculpa. Ou sentimento de culpa. Agora as coisas mudaram: mentir é possível, simples e necessário. Sem remorsos nem correcção. Se a intenção é boa, qualquer meio serve e a mentira é necessária. Com a guerra do Iraque, ficou consagrado o direito dos governantes à mentira.
Há quem pense que a mentira é reservada às ditaduras. Sem imprensa livre, escrutínio parlamentar ou oposição legal, qualquer ditador mente quanto e quando lhe apetece. Isso é verdade. Com a democracia, tudo seria diferente. A liberdade de expressão e a imprensa seriam suficientes para conter a mentira. O Parlamento, os partidos e as associações de interesses obrigariam os governos a dizer a verdade. As eleições seriam um correctivo para os políticos mentirosos: exigentes, os eleitores castigá-los-iam. Infelizmente, nada disto é verdade. A democracia vive hoje da mentira. Sob todas as suas formas: ocultação, contradição, correcção, circunstância superveniente ou melhor ponderação. A política tem regras parecidas com as que vigoram no futebol, nalguns negócios e na guerra: o único critério importante é ganhar. Só são condenados os que mentem e perdem. Os que mentem e ganham são respeitados.
Não aumentar os impostos é uma mentira clássica. Criar emprego é outra. Tal como aumentar as pensões e os abonos de família. Durão Barroso e José Sócrates, por exemplo, oferecem-nos ilustrações inesquecíveis deste género de mentiras. Apesar de totalmente irresponsáveis, as promessas de criação de empregos teriam uma desculpa: as dificuldades económicas tê-los-ão impedido de concretizar tão gloriosas promessas. É demagogia, mas chama-se-lhe mentira piedosa. Com os impostos, a experiência é mais radical. Os candidatos a primeiro-ministro garantiram, um que baixava os impostos, outro que os não aumentava. Ambos decretaram sólidos aumentos dias ou semanas depois de tomarem posse. As desculpas não se fizeram esperar: não sabiam que a situação financeira do país era tão grave quanto a encontraram! É extraordinário como, para desculpar uma mentira, os primeiros-ministros não se importaram de se confessar ignorantes, incompetentes e irresponsáveis!
Durão Barroso prometeu, antes das eleições, "um choque fiscal" e garantiu que diminuiria os impostos, sobretudo os que incidem sobre as empresas. Não fez nada disso, antes pelo contrário. Mentiu. Mas as suas mentiras passam por ser outra coisa - correcções motivadas pelo conhecimento dos números e dos factos. José Sócrates garantiu, antes das eleições, que diminuiria o número de funcionários públicos em dezenas de milhares, que criaria 150.000 empregos e que não aumentaria os impostos. Não fez nada disso, antes pelo contrário. Mentiu. Mas as suas mentiras passaram por inocentes necessidades.
O PSD e o PS têm, a propósito dos referendos em geral e do referendo europeu em particular, uma longa folha de serviço de mentiras e negações. Já foram a favor e contra várias vezes. O critério é o das conveniências, não o do programa ou da convicção. Se o referendo incomoda o adversário, são a favor. Se correm riscos, são contra. Se a matéria causa mal-estar dentro do partido, são a favor. Se têm de submeter os seus projectos à vontade popular, são contra. Actualmente, está nos programas do PS e do PSD, consta das promessas eleitorais de um e de outro, faz parte do programa do Governo de José Sócrates. Nada disso tem qualquer importância. O PSD é agora contra. E os dirigentes do PS, incluindo alguns ministros, já são contra. Quanto ao primeiro-ministro, só se pode pronunciar em Janeiro, o que é uma desculpa infantil. A verdade é que esta é a mais frequente das variedades da mentira, mas que parece também ter o perdão da opinião pública e a desatenção da imprensa. Não fazer o prometido, deixar de o fazer ou fazer outra coisa é uma forma de sublinhar a mentira original. Mas também passa, na política, por benigno constrangimento.
Será esta mais uma triste sina portuguesa? Nem sequer. A mentira tem-se transformado, nestas décadas, na moeda comum das democracias ocidentais. A guerra do Iraque é, a este propósito, um caso para estudo. As mentiras de George Bush e Tony Blair, dos seus governos e serviços de informação, ultrapassaram tudo o que se conhecia. Sobretudo pelas consequências mortais para tanta gente. Ao lado, as mentiras de George Bush pai, sobre os impostos, de Nixon, sobre tudo, ou de Clinton, sobre o sexo, foram quase inocentes.
Quanto à União Europeia, nem precisa de mentir: os seus ministros usam e abusam do novo hábito. O ministro Manuel Pinho confirmou que a mentira tem vigorado com rigor na União Europeia. Diz ele, em artigo do Diário de Notícias (de que é co-signatário com dois comissários da UE): "A partir de agora, o que a Europa faz e o que a Europa diz são uma e a mesma coisa"! Ficámos a saber, por vozes autorizadas, que a União mentia. Só não sabemos é se esta declaração não passa de mais uma mentira.
Será possível contrariar esta nefasta tendên-cia para a mentira? É difícil. Não há esperança nos deputados. Como estes se tratam sempre, uns aos outros, de mentirosos, já ninguém acredita. Se os nossos media escritos, falados ou televisivos, estivessem à altura, talvez a sucessão de mentiras não fosse tão rica. Mas também parece que, com frequência crescente, gostam do novo hábito. Que usam com volúpia. Ou perdoam com malícia.» [Público assinantes]
Por António Barreto.


Militares querem ganhar mais 15,5%
O número, em si, já é suficientemente escandaloso. Mas o que dizer do referido Suplemento de Condição Militar (SCM) para ... militares. É o mesmo que atribuir aos professores um Suplemento de Condição Docente (SCD), certo?

Foi aprovado o Tratado Reformador, esta é uma importante vitória para a Presidência Portuguesa da União Europeia.BCP ficou com medalhas do filho de Jardim.
Tenho aqui uma medalhita de natação e outra de basquetebol que também dispenso ao BCP por 12 milhoes. Aliás, como são uns gajos porreiros, podem levá-las por dois milhões. E ainda ofereço meia-dúzia de diplomas de participação em várias competições.


Começa hoje o congresso do PSD em Torres Vedras, local bem escolhido digo eu, é que por lá já estão habituados a Carnavais…
Vamos e estamos a ficar todos “tesos”, mas fiquemos alegres o défice vai ficar bem baixinho. VIVA!!!

PÃO JÁ SUBIU 30% ESTE ANO
"Esta semana houve novo aumento
O preço do pão não pára de aumentar, agravando os orçamentos das famílias mais pobres. Desde o início do ano, este bem de primeira necessidade já subiu entre 25% e 30%, essencialmente nos grandes centros urbanos. Esta semana, muitas padarias voltaram a fazer novos agravamentos, devido ao acréscimo no preço de tabela da farinha. "DN

Não deixa de ser mau e de nos fazer lembrar outros tempos esta visita de elementos da PSP à sede do Sindicato de Professores da Região Centro.
Eu sei que os sindicatos/PCP fazem questão de onde o Primeiro-ministro vai lá estarem a protestarem, bom,mas é essa a sua função, e o PCP utiliza esta técnica de fazer oposição há muito tempo e com muitos Governos.
É necessário que o processo de averiguações promovido pelo Ministro da Administração interna responda com clareza as questões de como, quem e porquê.
Bolas, tenham lá calma, esta coisa de haver malta mais “ papista do que o papa” dá nisto.

Segundo notícia do Jornal Expresso no seu caderno de Economia da ultima sexta-feira dia 5 de Outubro o grupo Auchan vai levar o “Pão de Mafra” para o Luxemburgo, “Até tivemos de ensinar a produzir pão de Mafra com chouriço lá no Luxemburgo”, diz o responsável pela distribuição deste grupo.